quinta-feira, 1 de maio de 2014

MURANO CRISTAL - PORTO ALEGRE - RS






















Informações : 51 91094259





Quartier Cabral









Logo do empreedimento Quartier Cabral
Quartier Cabral


3 Suítes
137m²
2 ou 3 vagas
 


Lazer inédito e a comodidade de ter um Zaffari no próprio empreendimento. Para caber tanta coisa boa assim, só mesmo num quarteirão inteiro.
São mais de 15 opções de lazer para a sua diversão em 5 mil m² de terreno. É só escolher e aproveitar!
Um projeto diferenciado que vai trazer mais conforto para toda a sua família.






Rua Cabral, 600
Rio Branco - Porto Alegre - Rio Grande do Sul



  • Hall de Entrada
  • Salão de Jogos
  • Piscina Coberta
  • Cineminha
  • Salão de festas
  • Planta



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    FELIZ DIA DO TRABALHO - ORAÇÃO DO TRABALHADOR - 1º de maio








                                  

    Oração do Trabalhador

    Jesus, divino trabalhador e amigo dos trabalhadores volvei Vosso olhar benigno para o mundo do trabalho. Nós Vos apresentamos as necessidades dos que trabalham intelectual, moral ou materialmente. Bem sabeis como são duros os nossos dias cheios de canseira, sofrimento e insídia. Vede as nossas penas físicas, morais e repeti aquele brado de Vosso coraçã: "Tenho dó deste povo". Dai-nos a sabedoria, a virtude e o amor que Vos alentou nas Vossas laboriosas jornadas, inspirai-nos pensamentos de fé, de paz e moderação, de economia, a fim de procurarmos, com o pão de cada dia, os bens espirituais, para transformarmos a face da terra, completando assim a obra da criação que Vós iniciastes. E que Vossa luz nos ilumine a nós na busca de melhores leis sociais e ilumine os legisladores a estabelecer uma sociedade de justiça e amor. Amém!        

    Passeio Virtual Soul Residence - Rotta Ely






    Prazer em viver no coração da Zona Sul.

    A tranquilidade que você procura. A comodidade que você precisa. E tudo isso situado em uma das regiões mais nobres de Porto Alegre. Soul Residence está localizado no centro do bairro Tristeza, uma região que oferece todos os serviços e opções de lazer e entretenimento para quem tem necessidades e hábitos urbanos, mas não abre mão de viver bem perto da natureza. Soul Residence é mais do que um empreendimento. É uma escolha única, feita por quem sabe como é bom viver no coração da Zona Sul.





    Alta de preços nos imóveis














    Apesar da alta no preço dos imóveis, BC nega bolha imobiliária no Brasil.        
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    Por Victor Martins, Eduardo Rodrigues e Aline Bronzati, da Agência Estado, estadao.com.br

        
    Em reportagem divulgada recentemente por meio do site MSN,  por Victor Martins, Eduardo Rodrigues e Aline Bronzati da Agência Estado, o Banco Central descarta estar o Brasil vivendo ou na iminência de um Bolha Imobiliária. Destacando que o brasileiro compra imóvel para moradia e não para especulação e que o crédito imobiliário ainda é pequeno no país. Como informamos em nossa postagem anterior " Existe uma bolha imobiliária no Brasil?". Veja a seguir a reportagem MSN/ESTADÃO na íntegra:

    BC avalia que a maior parte dos brasileiros compra imóveis para moradia própria e que o crédito imobiliário ainda é pequeno no País.

    BRASÍLIA - O diretor de Fiscalização do Banco Central, Anthero Meirelles, descartou a possibilidade de o Brasil caminhar para uma crise de subprime, semelhante à ocorrida nos Estados Unidos entre 2008 e 2009. "Não há bolha imobiliária no Brasil. Não temos elementos que caracterizem bolha", disse.

    Segundo o índice FipeZap, o preço anunciado do metro quadrado subiu 13,1% em 12 meses encerrados em fevereiro. A pesquisa leva em consideração as ofertas de imóveis em 16 cidades do País. Nesta manhã, a Caixa, maior financiadora de imóveis do Brasil, anunciou a projeção de fornecer R$ 154 bi em crédito imobiliário neste ano, um aumento de 14,2% em relação a 2013. Nos últimos anos, o banco multiplicou por 28 o volume destinado anualmente para este segmento.

    Durante divulgação do Relatório de Estabilidade Financeira (REF), Meirelles afirmou que no Brasil não existe segunda hipoteca e destacou que mais de 90% dos imóveis é para moradia própria. Ele também afirmou que o crédito imobiliário no País, comparado a outras economias, ainda é pequeno.

    Em uma simulação, o BC observou que se houvesse uma queda de 33% nos preços dos imóveis entre um dia e outro, o sistema não passaria por insolvência. "Esse exercício é um pouco pra mostrar que se houvesse hecatombe dos preços, mesmo assim as instituições financeiras são capazes de absorver também esse choque", argumentou. "O aumento dos preços dos imóveis tem sido compatível com crescimento da renda, não há descolamento", defendeu.





    Meirelles afirmou ainda que os dados compilados pela autoridade monetária permitem até mesmo se vislumbrar uma maior estabilização dos preços de imóveis. Segundo ele, o aumento da renda dos brasileiros nos últimos anos pressionou a demanda no setor, mas esse movimento começa a ser estabilizado pelo aumento da oferta. "Novas unidades habitacionais vão sendo feitas e a oferta vai aumentando, equilibrando essa relação", completou.

    Sem especulação. Outro dirigente do BC reforçou essa tese, em evento em São Paulo. O chefe de Unidade DENOR - Departamento de Regulação do Sistema Financeiro, Sérgio Odilon, afirmou não há evidência de movimento de especulação em imóveis, apesar do preço elevado dos imóveis em grandes cidades do País. "A maior parte dos brasileiros demanda imóveis para moradia própria, segmento no qual as taxas de inadimplência são ainda menores. Não é comum alavancagem com investimento imobiliário no Brasil".

    O crédito imobiliário no Brasil tem crescido, conforme Odilon, devido a uma conjunção de fatores macroeconômicas favoráveis, expansão da oferta de recursos e o aprimoramento do marco legal. Segundo ele, as carteiras têm crescido de forma sustentável, com bom nível de garantia, baixa inadimplência. "O mercado de crédito imobiliário é pequeno em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. O alto nível de capitalização das instituições financeiras mitiga o risco de crise imobiliária e no sistema financeiro nacional", avaliou o representante do BC.

    Os depósitos de poupança, de acordo com ele, vão continuar sustentando a demanda por crédito imobiliário no futuro próximo, entretanto, são necessárias alternativas de fontes como instrumentos de securitização e os covered bonds (letras financeiras imobiliárias emitidas por bancos). Segundo ele, o BC segue fiel, sempre monitorando o mercado com o objetivo de mitigar a ocorrência de crise semelhante as que assolaram outras economias num período recente.


    Existe o Risco de uma Bolha Imobiliária no Brasil?




    Existe o Risco de uma Bolha Imobiliária no Brasil?




    Nos últimos tempos muito tem se falado sobre uma bolha imobiliária no Brasil. Especialistas divergem sobre sua existência ou não. Para uns, a bolha está se consolidando a cada dia, para outros o país está distante de um cenário como esse, pois não apresenta os ingredientes completos para que ela se concretize. Recentemente um dos vencedores do prêmio Nobel de Economia, Robert Shiller, também falou sobre o assunto, dizendo que o Brasil pode estar vivendo uma bolha imobiliária semelhante a vivida pelos Estados Unidos, que deu origem a crise econômica de 2008, citando principalmente São Paulo e Rio de Janeiro.

    O que provoca uma bolha imobiliária? Uma bolha Imobiliária acontece quando o mercado sofre um aumento dos preços de forma artificial e especulativo, sem um motivo real para sua ocorrência. Na crise de 2008 as más práticas do sistema financeiro americano, e de outros países, foi o epicentro e a origem da crise.

    Após a depressão de 1930 o sistema financeiro americano foi rigorosamente regulamentado. Os bancos de investimentos ficaram proibidos de especular ou fazerem investimentos de risco com dinheiro dos correntistas.

    Mas na gestão de Ronald Reagan na presidência dos Estados Unidos em 1981, iniciou-se um processo de desregulamentação do sistema financeiro americano. As instituições financeiras ficaram livres para investir os recursos dos correntistas, motivo pelo qual começaram apostar em tudo, dando início a uma grande alavancagem dos produtos financeiros complexos chamados de "Derivados" ou de "obrigações de dívidas colaterais - CDOs".

    Com os avanços tecnológicos e o mercado de derivados sem controle, houve uma explosão desses produtos. Grandes bancos financeiros como: Goldman Sachs, Morgan Stanley, Lehman Brothers, Merril Lynch e Bear Sterns; Os conglomerados Citigroup e JP Morgan; as Companhias de Seguro AIG, MBIA e AMBAC; e as Agências de Notação Moodys, Standard & Poor's e Fitch, participavam do sistema e utilizavam cada vez mais a securitização(1) para alavancar seus lucros.

    O sistema funcionava com os bancos de investimentos pagando altas quantias às agencias de notação para classificarem os títulos como os mais seguros possíveis, ou seja "Triplo A", tornando-os muito atrativos para investidores no mercado, principalmente para os fundos de pensão, que só podem investir em papéis bem avaliados.

    Mesmo quando milhares de subprimes (empréstimos de alto risco, para pessoas que não tinham capacidade de pagamento), foram embalados para criar mais CDOs, muitos continuaram a receber a nota máxima "Triplo A". Os bancos de investimentos preferiam trabalhar com esses papeis pois recebiam juros mais altos, elevando de forma maciça esses empréstimos predatórios.

    Sem regulação/restrições era o sinal verde para aprovar mais e mais empréstimos de risco. A cadeia de securitização do início ao fim não se importava com a qualidade das hipotecas, somente queriam maximizar os volumes de negócios. Entre 2000 e 2003 o número de hipotecas quase quadriplicou por ano nos Estados Unidos. Ocorreu também um aumento significativo dos empréstimos subprimes com taxas de juros mais elevada. Emprestava-se 100% ou mais do valor total do imóvel sem se preocupar com a capacidade de pagamento do contratado.

    Assim ocorreu um boom imobiliário enorme que não fazia o menor sentido, a não ser alimentar o apetite de lucro do setor financeiro americano. Não havia responsabilidade sobre os resultados, o objetivo era aumentar o lucro das instituições e pagar bônus cada vez maiores a seus executivos.




    Sabendo que os títulos que vendiam eram ruins, as próprias instituições financeiras faziam seguros contra esses papéis. Esse sistema era uma bomba relógio. Os credores não tinham mais cuidados se o contratado poderia pagar o empréstimo, não tinham responsabilidade em recebê-lo, já que a cobrança seria de responsabilidade do adquirente, que por sua vez não se preocupava pois a classificação era a mais segura possível.

    Quando os mutuários que não tinham dinheiro investido nas hipotecas, simplesmente as abandonaram, a bolha explodiu. Quem possuía esses papéis ficou com o prejuízo. As seguradoras não conseguiram honrar todos o seguros e começou a quebradeira e um prejuízo de milhões de dólares que atingiu todo o mundo.

    Uma bolha imobiliária semelhante a essa americana não é possível que ocorra no Brasil, porque as condições de lá, naquela época, eram diferentes das existentes aqui. O que pode acontecer é a partir de determinado momento, se estabelecer um ritmo de crescimento da oferta superior a taxa de crescimento da demanda. Isso tem que ser bastante avaliado porque se acontecer, evidentemente, os preços dos imóveis deverão cair. Atualmente os preços estão bastante inflados e isso não deixa de impor um certo risco para quem compra para investimento, mas não para quem compra para morar.

    A situação do sistema financeiro brasileiro é em estável e regulamentado, os empréstimos concedidos são bem analisados. Porém, quando se fala em venda direto das construtoras, já não existe tanto controle. Um grande número de construtoras e imobiliárias vendem para qualquer um, prometendo lucro fácil e rápido sem se preocupar, se os compradores poderão arcar com os financiamentos e suas altas taxas de correção (INCC até a entrega e IGPM + 1% após a entrega), bem como financiam a entrada com promessa de financiamento bancário do saldo devedor, sem esclarecer aos compradores que o valor do saldo devedor será corrigido até a firmatura do empréstimo bancário, e que mesmo tendo condições de conseguir o empréstimo hoje poderá não tê-la no futuro. Isso poderá gerar grandes problemas para os compradores, principalmente porque os preços estão aumentado em função dos grandes eventos que sediaremos, isto é, copa do mundo e olimpíadas.

    Ainda que qualquer bolha cresça por conta da vasta oferta de crédito, todas as bolhas imobiliárias estouraram quando o total do crédito imobiliário superava 50% do Produto Interno Bruto (PIB), como nos EUA, que em 2006 chegou a ser 79%. No Brasil, apesar de todo crescimento dos últimos anos, este número está longe de ser atingido, afastando assim a possibilidade de uma bolha imobiliária no Brasil nos moldes da de 2008, pelo menos no momento.


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    (1)A securitização é uma prática financeira que consiste em agrupar vários tipos de passivos financeiros, notadamente títulos de crédito tais como faturas emitidas e ainda não pagas, dívidas referentes a empréstimos e outros, convertendo-os em títulos padronizados negociáveis no mercado de capitais. A dívida é transferida/vendida, na forma de títulos, para vários investidores. Estes títulos podem ser adquiridos diretamente por Bancos, Distribuidoras de Valores ou Fundos de Investimento como forma de rentabilizar o capital investido. Cabendo também ao comprador do título securitizado a cobrança individual de todas as dívidas que compõe o título, isentando a Securitizadora e qualquer intermediário, de qualquer ônus.     
        Por      José Carlos Guimarães Lima